terça-feira, 12 de agosto de 2008

Curso: A Arte de Contar Histórias




“A arte de contar histórias”

O ser humano sempre adorou contar histórias. O hábito de contar história é milenar tendo origem antes mesmo da escrita a qual eram passadas de geração para geração através da fala onde cada um dava seu toque pessoal.Você que aprecia contar histórias poderá participar do curso “A arte de contar histórias”

Público alvo:
Profissionais de Educação: Professores, Coordenadores, Orientadores, Diretores, Contadores de histórias, bibliotecários, atores e pessoas interessadas no tema.

Metodologia:

É um curso com abordagens teóricas que destacará a importância de se narrar histórias aflorando o contador que existe em você.

Será um curso totalmente a distância que utilizará a plataforma Moodle sendo que o acesso às aulas ficará disponível 24 horas por dia permitindo que você faça o seu próprio horário de estudo.

A cada semana será disponibilizado o material de estudo e as mediações do Tutor e interações com o grupo serão feitas por meio de fórum de discussão.

Todo o material será disponibilizado no ambiente de estudo.

Os alunos serão avaliados por sua participação nos fóruns e pela participação dos trabalhos solicitados.

Módulos:

Serão trabalhados dois módulos com início no dia 18 de agosto de 2008 e finalizando no dia 05 de outubro de 2008.

O curso se dará no espaço EADVirtual. http://pos.eadvirtual.com.br/ Tutora do curso: Cybele Meyer

Investimento:

Preço a vista: R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais)

Em duas vezes: R$ 180,00 (cento e oitenta reais) sendo duas parcelas de R$ 90,00 (noventa reais).
Maiores informações pelo e-mail cybelemeyer@yahoo.com.br

Certificado:

Terá direito ao certificado o aluno que cumprir todas as atividades propostas pelo curso e obtiver média igual ou superior a 7,0. O certificado será enviado por documento registrado – pelos correios – em até 30 dias após o término do curso. Os dados que constarão no certificado serão aqueles que o aluno cadastrar no formulário de inscrição.

O curso tem carga horária de 90 h/a

Maiores informações através do e-mail cybelemeyer@yahoo.com.br

VAGAS LIMITADAS.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

PRECISAMOS MUDAR A ÓTICA DO PROFESSOR



Lemos que há planejamento de que até 2010 as escolas públicas brasileiras terão acesso à internet. Também sabemos que professores de todo o país estão sendo capacitados para aprender a mexer com os novos equipamentos laptops, lousa digital, etc.

Depois que tudo estiver funcionando perfeitamente, como serão as aulas?

O professor irá pesquisar o conteúdo na web e disponibilizar para os alunos lerem e depois fará perguntas sobre o assunto nas provas?

Será que o modelo atual de ensino será mantido no qual o professor adota uma postura verticalizada e os alunos continuam com atitude passiva de consumidores de material didático?

Justamente esta ótica é que tem que ser mudada.

O professor que passa a utilizar a web como fonte de aprendizagem deve ter uma atitude horizontalizada no qual respeita e incentiva a produção e autonomia do aluno, a interação entre aluno/professor, professor/aluno e aluno/aluno, deixando cair por terra a massificação quebrando o mito de que todos devem aprender a mesma coisa, no mesmo ritmo e no mesmo processo.

A melhor oportunidade para que ocorra esta mudança está justamente na capacitação do professor para o uso da tecnologia como instrumento de aprendizagem, onde este atua como aluno.

Se ele iniciar este aprendizado como protagonista de suas produções, sem aulas expositivas com manuais, acabará mudando sua maneira de atuar em sala de aula e passará a incentivar o aluno a também produzir, e com isso se libertará da metodologia arcaica, arquivando de vez a reprodução de conteúdos.

Podaríamos o mal pela raiz, afinal uma nova forma de aprendizagem está sendo propiciada com a introdução da web na sala de aula.

O que não podemos permitir que aconteça, e por esta razão não podemos ficar de braços cruzados, é que o professor transponha conteúdos estáticos para o formato digital substituindo o livro didático pela tela do monitor.

O momento de romper com esta prática sem qualquer didática, que na verdade nunca funcionou, é agora.

Se perdermos esta oportunidade, a educação continuará a precipitar-se para o abismo da ignorância.

Tanto professor quanto aluno tem que ser protagonista da sua aprendizagem.

TECNOLOGIA E METODOLOGIA

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Diversidade, sociedade e educação

Olá amigos,

Este artigo me foi enviado pela Pedagoga Zulma para ser compartilhado com vocês.

Ele aborda temas importantes. Vale a pena ler e comentar.





Diversidade, sociedade e educação


Zulma Maria Firmes Peixoto
Salvador-BA


Estimular e compreender a diversidade presente em nossa sociedade é um grande desafio que se faz presente, principalmente na educação. Nesse contexto, nós educadores, temos a tarefa de mostrar no ambiente escolar as contribuições positivas que os alunos com necessidades especiais podem trazer, envolvendo toda a comunidade escolar e estimulando o debate para a construção de uma escola realmente para todos.

Ao se questionar a educação e a sua aplicabilidade, o papel do docente face às transformações sociais e principalmente, a real necessidade da consciência do educador na sua ação docente, propõe-se a estabelecer mudanças significativas no que diz respeito a conceitos pré-estabelecidos sobre a deficiência que, durante muito tempo, esteve atrelada à simbologia de indivíduos incapazes e sem representação social – tendo seu poder de decisão transferido a outros.

Redefinir um modelo social para a plena aceitação a absorção dos diferentes tipos de deficiência se faz urgente. Muitos grupos considerados minoritários já se engajam para promover essa transformação, que se dará principalmente por intermédio da escola e com a participação do professor e da sociedade. Temos um espaço público real e outro projetado, em implantação, que pode se tornar real, mas para isso, ainda temos longo caminho a percorrer. Para tanto, é necessária a ampliação do debate e a conscientização dos órgãos públicos no sentido de transformar o projeto em reais políticas públicas de inclusão.

Muito freqüentemente, as diferenças entre as pessoas são vistas como um problema. Em relação aos ajustes educacionais, são dificuldades que necessitam ser trabalhadas, melhoradas ou as pessoas envolvidas precisam estar “prontas” (homogeneizados) para se encaixarem em uma determinada situação social. Como podemos transformar, deliberadamente, as diferenças de classes sociais, gêneros, idades, habilidades, raças e interesses distintos em recursos positivos para serem usados na educação?.

As diferenças oferecem uma grande oportunidade para o aprendizado, oferecendo recursos livres, abundantes e renováveis. A diversidade, em suas múltiplas formas, é celebrada em instituições de ensino com características inclusivas. As oportunidades de se capitalizar os benefícios da diversidade não devem somente ser focalizadas nos alunos. As diferenças encontradas dentro das equipes de funcionários da escola, no tocante aos seus vários “berços” (as suas origens), características e experiências, devem ser incentivadas, procuradas, evidenciadas e avaliadas. Esses recursos, inerentes à diversidade humana, não devem ser negligenciados.

Essa negligência neste caso pode ser um grande inconveniente, pois vai acabar impactando negativamente no trabalho das pessoas engajadas em promover valores e oportunidades para todos. Para o trabalho ser bem sucedido, as diferenças devem ser reconhecidas como um recurso positivo, pois somente assim estaríamos requerendo a mudança dos paradigmas que ainda estão longe dessa percepção.

Vale lembrar que as percepções que as pessoas constroem de si e dos outros resultam, em grande parte, de um complexo histórico, onde a cultura imprime as suas marcas em cada indivíduo, ditando normas e fixando ideais, de forma que a nossa singularidade acaba por revelar a história acumulada de uma sociedade.

Essas percepções interferem na expectativa que os educadores formam a respeito de alunos com deficiências e podem introjetar-se nos próprios alunos, obstaculizando sua aprendizagem e participação tanto no contexto escolar, como também na sociedade onde está inserido.

É preciso que se promova a ruptura do processo de reprodução das estruturas excludentes que nos cercam e, de certa forma, nos sufocam de preconceitos cristalizados. Para reconhecer e assumir a diversidade há de se redimensionar o olhar, desalojando o instituído. Olhar a diferença no sentido de perceber que ela rotula, marca, discrimina, é tão importante quanto olhar para além da diferença, não permitindo que ela se coloque como poderosa força de exclusão.

Que possamos fazer parte do grupo de pessoas preocupadas em combater a lógica da cultura do preconceito, que desejam a ruptura dos processos de reprodução ideológica, a desconstrução das verdades instituídas e o desafio de lutar por uma sociedade e uma escola melhor para todos.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Os avós e a educação dos netos

Em postagem feita no Educar Já! do dia 05/06/2008 sobre o Dia da Avó comemorado no dia 26 de julho disponibilizo atividades e lembrancinhas para homenagear a figura deliciosa da avó. Este artigo vem complementar as postagens e mostrar a freqüência com que os netos são criados pelas avós em razão dos tempos modernos em que as mães trabalham fora.

Boa leitura!


Os avós e a educação dos netos
Pesquisa comprova o que todo mundo já sabia: crescer ao lado dos avós é gostoso e faz bem para a criança

Ficar na casa dos avós geralmente é sinônimo de diversão. É comer pipoca e bolo de chocolate, brincar de luta no tapete da sala, ter a comida preferida na hora da refeição e ouvir muitas histórias. Mas não é apenas nas brincadeiras e na fuga da rotina que o papel deles é desempenhado; os avós podem ser conselheiros, educadores e um conforto em momentos difíceis.

A importância deles no desenvolvimento das crianças foi atestada em uma nova pesquisa da Universidade de Oxford, na Grã-Gretanha, com 1,5 mil crianças e adolescentes de 11 a 16 anos. Os estudiosos observaram que as crianças que tiveram os avós por perto cresceram mais felizes. Principalmente nos dias de hoje, quando os pais têm uma rotina atribulada, a proximidade é ainda mais benéfica - e necessária.

De acordo com o estudo, quase um terço das avós maternas tomam conta dos netos regularmente na Grã-Bretanha. Em entrevista a BBC Brasil, Eirini Flouri, do Instituto de Educação de Londres, disse que, em épocas de separação dos pais, muitos avós desempenham um papel importante ao trazer conforto aos netos e estabilidade a toda a família. A pesquisa também levantou que os avós foram muito importantes no momento de superar dificuldades como a implicância de colegas da escola e no planejamento do futuro, como a escolha da faculdade.

Conversamos com as avós e especialistas Teresa Bonumá, terapeuta de casais, e Edimara Lima, psicopedagoga da Prima Escola Montessori, em São Paulo. Veja o que elas disseram sobre o tema.

Como os avós contribuem na educação dos netos?

Teresa: Os avós têm uma função de continuidade na educação das crianças, que começa com os pais. Eles podem e devem mimar os netos, brincar, levar para passear, dar conselhos, ter pequenos segredos, mas sempre respeitando a disciplina e os costumes impostos pelo pai e pela mãe.

Edimara: Um papel muito importante está na formação da identidade. São os avós que carregam essa herança e, ao repassá-la, ajudam na construção das raízes, o que é muito importante para o desenvolvimento da criança. A minha filha adorava quando eu contava para ela algumas histórias da família, e hoje em dia, eu faço isso com o meu neto.


Até onde vai a interferência dos avós?

Teresa: Mesmo que não concordem, os avós precisam agir de acordo com os princípios dos pais. Se eles não querem que o filho coma chocolate ou tome refrigerante, os avós não podem fazer isso quando o neto está na casa dele. As crianças precisam de regras, que devem ser impostas pelos pais e seguidas pelos avós.

Edimara: Além disso, os avós também não devem criticar os pais em frente ao neto.

Quando os avós vivem na mesma casa que os netos, o que muda nessa relação?

Teresa: Nesse caso, os avós precisam entender que, apesar de participarem da educação da criança, o papel deles está em segundo plano. Eles não podem interferir quando o pai está dando uma bronca no filho. Apesar de não ser fácil, é preciso estabelecer um limite entre autoridade dos pais e dos avós para que a própria criança não confunda os papéis. O segredo está em muita conversa.

Edimara: A situação é mais delicada. Mas, como estão todos na mesma casa, é preciso que as regras sejam únicas e respeitadas por todos.
Simone Tinti
Fonte: Revista Crescer

quarta-feira, 4 de junho de 2008

100 anos da Imigração japonesa no Brasil

Todo o nosso carinho e admiração a este povo que ajudou a construir o nosso Brasill.


IMIGRAÇÃO EM SÃO PAULO

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Você é Fruto das suas Escolhas

Este vídeo encerrou a maravilhosa semana do III CONGRESSO DE EAD DOS PAÍSES DE LINGUA PORTUGUESA



Foi uma semana maravilhosa onde estivemos em contato com pessoa brilhantes, muita troca de informações, muitas amizades e muita tristeza na despedida.